Promove Pampulha – Na Independência do Brasil
Momento cívico em homenagem ao 7 de setembro.
Nos dias 08 e 09 de setembro, os alunos do Colégio Promove Pampulha participaram de uma Hora Cívica, fazendo nos lembrar a tão importante Independência do Brasil, 7 de setembro. É dever e responsabilidade da escola conscientizar os alunos para assumirem uma postura patriótica, de admiração e respeito ao país. Outro destaque na Hora Cívica foi a presença da banda de música da Polícia Militar no turno da manhã.
Contamos com alunos representantes dos diferentes segmentos para simbolizarem o amor à pátria em postura de destaque ao lado das bandeiras do Brasil, de Minas Gerais, de Belo Horizonte e do Colégio Promove.
Tem se tornado comum utilizar a Bandeira Nacional em momentos de comoção, de torcida de jogos mundiais ou lutas partidárias. Faz-se, então, do símbolo da Pátria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrolá-la no próprio corpo como uma roupa da moda. O que de fato precisamos é assumir a verdadeira postura patriótica, que não significa simplesmente encher a boca e falar: “Sou brasileiro”, quando o país se encontre às vésperas de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.
Importante que tomemos consciência de que o país, para ser melhor, somente se construirá a partir das consciências individuais esclarecidas com a ajuda do conhecimento muitas vezes adquiridos aqui, na escola. Não podemos almejar que a corrupção desapareça do meio público, se em nosso lar, no relacionamento entre colegas agimos como corruptos, covardes.Quem pode, em sã consciência, afirmar que trabalha pelo bem da sociedade?O que temos feito para melhorar o padrão cultural das pessoas que estão ao nosso redor? Temos nos empenhado em sermos melhores?Temos nos oferecidos como voluntários para conservar o padrão de urbanismo em nosso bairro?Temos respeitado as leis ou ainda somos discípulos da doutrina do jeitinho brasileiro? O país é sempre o retrato dos que o compõe. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, é a soma dos indivíduos que nele se nutrem. Eu. Você. Honrados com a chance de habitar um país tropical, coração do mundo, cabe-nos o dever inadiável de realizar o melhor, por mínima parcela de gratidão que seja. Quando assim procedermos, teremos aprendido a lição do amor à Pátria, à terra em que nascemos ou que nos adotou. Nesse dia, sem medo, nos será permitido cantar com o compositor: “Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil...”
Isto nos dará a nota máxima da fraternidade, aquela que deve reger as relações entre todos os povos.




